Lança um palpite sobre a loja de espaço vago
Abraça o lago de vidro que aos poucos quebra
Em seus braços, lágrimas do céu escorrem
No rio de pérolas, balançam os elefantes pintados do cerrado novo
As árvores brancas respondem aos ventos do norte iluminando o céu
As cores azuis se diferenciam do rosado da savana mansa
Ao fim, uma estrada
Coliga os habitantes da selva dourada
E da alta rocha, acenam todos flutuantes no puro desejo de voar
Delírios internos da Mesa de Roda
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