
E na fúria dos homens seus olhos se abriram
De arrependimento
pelo que creram por tanto tempo,
A raiva era de si
por estarem há tanto cegos
Por se deixarem
ser
Se influenciarem
Pelo aquilo que de nada lhe serve, nada
te traz,
Pelo vazio do escuro
a imensidão que ficaram
no abismo fundo
Sua raiva era consigo
por terem esquecido
por tanto tempo
do valor do que a matéria não compra
só inveja
E o pequeno não entende!
o quão difícil são as
coisas maduras, modernas, adultas,
o quão grande
Incrível,
-
Vivem todos repletos de adereços que só mascaram
o mal e apagam o bem
! Adornos que iludem,
enganam os seres
que insistentemente tentam fazer
todos esquecerem..
Do que realmente importa
A criança não vê, o que suja mesmo a roupa
O melhor sabão pra comprar, usar
ela não se interessa
ela não quer saber!
ela não se interessa
ela não quer saber!
-
Quão difícil é esse mundo
Quão grande são
Incríveis,
Não vê a escuridão em que se meteram
não viveu tanto
frente tanta poeira como eles
Ela ainda vê
luzes
vê o claro,
gosta de pular
O assovio ainda impressiona,
sem explicar
é alegre!
o mero ato de brincar
de brindar
art-in-arts
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