se as formas tivessem a forma que se vê
se a forma fosse como se deve viver
a melódica limitação da forma que limita sua ilimitada mente
Sua visão, que engana o nervo interno sobre o que realmente é externo
A ideia que caminha sola, no mar salgado da incompreensão
Quando a crença distorce e contorna sobre a inexatidão da palavra, do pregar
Pro outro, sobre o outro ser do que se fala, do que se é
Do conhecimento que tenta a paz
De unir, mesclar, juntar o monte
pequeno meio ao ambiente,
gigante
Daquilo que não se entende, nem se fala
Mas aflige, atinge
-
Da culpa que existe, 
De todas as partes
e do inconsciente nasce 
A Guerra!
a desunião existe, 
Da falta..
de conhecer, querer, fazer 
Um grande monte, ao lado de um gigante
ambiente
Junto, um conjunto, um monte pequeno
De grandes seres

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